FDC Garante Logística na Campanha da Malária

Iniciou no dia 23 de Janeiro de 2026, a Campanha de Quimioprevenção Sazonal da Malária (QSM), uma das estratégias mais importantes para proteger crianças dos 3 aos 59 meses durante o período de maior transmissão da doença. A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), parceira histórica do sector da Saúde no combate à malária, assegura uma componente logística essencial, garantindo a distribuição segura de medicamentos, materiais e equipas a todos os distritos abrangidos da província.

A QSM, recomendada pela Organização Mundial da Saúde, administrada porta a porta, previne casos graves e mortes infantis em regiões onde a malária atinge níveis críticos. Em Cabo Delgado, onde a prevalência entre crianças menores de cinco anos continua elevada, esta campanha representa uma intervenção vital para reduzir infecções e aliviar o peso sobre as famílias e o sistema de saúde. As equipas de saúde, treinadas de acordo com as orientações nacionais, percorrem comunidades para assegurar que cada criança receba os quatro ciclos previstos.

No distrito de Metuge, o Director de Programas da FDC, Adelino Xerinda, testemunhou ontem a administração dos medicamentos às crianças menores de cinco anos.
Cada comprimido entregue é uma vida que protegemos. A logística salva vidas, e é por isso que a FDC está ao lado do sector da Saúde, garantindo que nenhuma criança fique para trás”, afirmou.

A FDC desempenha um papel determinante na gestão de stocks, transporte de medicamentos, apoio às formações, preparação de equipas e mobilização comunitária — actividades que constam dos mecanismos operacionais da campanha. Nas comunidades, activistas e líderes locais aliados ajudam a informar famílias sobre a importância de completar os três dias de toma do medicamento em cada ciclo.

Para muitas famílias, a campanha representa esperança. Dona Alima, mãe de três crianças em Metuge, afirmou: “O meu filho esteve internado duas vezes por malária. Ver que a equipa veio até à nossa casa dá-nos segurança. Sentimos que não estamos sozinhos.”

Também os distribuidores comunitários sentem o peso da responsabilidade. João Makuve, voluntário, disse: “Entramos casa a casa. Caminhamos muito. Mas cada criança protegida vale todo o esforço.”

A campanha prossegue até 26 de Janeiro, com possibilidade de extensão em localidades de difícil acesso, conforme necessidade identificada pelo sector da Saúde. Para a FDC, este esforço conjunto reforça o compromisso de garantir que nenhuma criança seja deixada para trás no combate à malária.

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